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Por que Educação

Por que Educação

A Educação ainda não é tratada como prioridade no Brasil, apesar do crescente reconhecimento da importância. Prova disso são os resultados.

O Brasil avançou três posições no tradicional ranking de competitividade mundial publicado pelo IMD (International Institute for Management Development), em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), mas isso não significa que o País está mais competitivo. No Anuário de Competitividade Mundial 2020 (World Competitiveness Yearbook – WCY), a posição do Brasil passou a ser a de 56 entre 63 nações, mais pela piora de outros concorrentes do que por avanços estruturais, como explica o professor da FDC Carlos Arruda, coordenador do estudo, citando como exemplo o fator educação, no qual o Brasil está em último lugar. “O ponto crítico desta edição é educação, um elemento transformador, que deve ser tratado como prioritário e não secundário”, afirma. A posição do País é a de 63, duas abaixo de 2019. 
A Educação ainda não é tratada como prioridade no Brasil, apesar do crescente reconhecimento da importância. Prova disso são os resultados.

Essa situação nos coloca numa posição de tremendo atraso em relação aos países desenvolvidos, e mesmo em comparação com países de nível de desenvolvimento similar. 
Sem educação, estamos condenados à estagnação ou ao retrocesso. Além de promover o crescimento econômico sustentável e a redução das desigualdades sociais, a educação está relacionada ao aumento da participação cívica e ao decréscimo dos índices de violência. No campo pessoal, mais educação de qualidade significa maior autonomia, renda, saúde, estabilidade e satisfação pessoal.

Olhando para o futuro

Sem educação, estamos condenados à estagnação ou ao retrocesso. Além de promover o crescimento econômico sustentável e a redução das desigualdades sociais, a educação está relacionada ao aumento da participação cívica e ao decréscimo dos índices de violência. 

Os números da educação brasileira traduzem as dívidas do passado, mas não revelam todos os desafios do futuro. Certamente, teremos que trabalhar para alcançar índices satisfatórios de aprendizagem, mas isso não será suficiente para preparar a próxima geração para viver no século 21 e construir um futuro melhor.

Além de aprender, desenvolver novas habilidades e conhecer o mundo em todas as suas formas, nossos alunos também precisarão aprender a colaborar, persistir, organizar, criar, superar e uma série de outras competências para a vida.

Esse não é apenas um desafio nacional, é um desafio global. Quase todos os países do mundo estão repensando seus sistemas de educação para preparar as novas gerações para o século 21. Não podemos deixar nossos alunos para trás.

A chave para preparar as novas gerações para viver no século 21 é a educação integral. Num mundo cada vez mais complexo, dinâmico, diverso e incerto, é preciso que os jovens e profissionais escolham a educação que resultem em um futuro melhor para elas e para o mundo.

Uma educação que prepare apenas para o sucesso acadêmico ou profissional não terá habilidade de sustentar e desenvolver todos potenciais. Mais do que expandir o tempo na faculdade e na sua empresa, expande as oportunidades de aprendizagem, promovendo as competências cognitivas e socioemocionais necessárias pra que nossos jovens e profissionais se desenvolvam plenamente no caminho das suas escolhas e do bem coletivo.

A educação e o futuro das pessoas:

  • maior autonomia
  • maior renda
  • melhor saúde
  • maior estabilidade
  • maior satisfação pessoal

A educação e o futuro das sociedades:

  • crescimento econômico
  • redução das desigualdades
  • diminuição da violência
  • envolvimento cívico
  • sustentabilidade ambiental
  • inovação em todas as áreas